Piada ou preconceito?



      Até onde uma piada é apenas uma piada e quando ela passa a ser preconceito? E até onde existe preconceito e onde começa o {{pentelho}} politicamente correto?

      Não me digam que só porque é engraçado uma piada deixa de ser preconceituosa, ou ainda que, por ter razão, ela passa a ser permitida.

      Eu também não gosto do Galvão Bueno e longe de mim dizer que ele ‘sofre’ com as brincadeiras do tipo:

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         Mas aqui estamos falando de um narrador, de uma grande emissora, que ganha alguns milhões por mês e mora no terrível principado de Mônaco {{graças ao novo contrato de Cléber Machado, mas não vamos fofocar aqui, né?!}}. Ou seja, é uma pessoa que pode se defender, sabe se defender e ainda lucra com a coisa toda {{para xingar as besteiras que o Galvão fala é preciso assistir a Globo, certo? Pois isso ninguém lembra na hora de xingá-lo…}}.

          Situação bem diferente temos aqui:

         Os apresentadores se divertem e dão risada ao referirem-se aos ‘velhos ou drogados’ como único público alvo que se deixa enganar por suas brincadeiras. Pode ser até engraçado {{eu não achei graça, mas sou meio mala mesmo…}}para eles, mas imagine que seu avô estivesse assistindo…

          Velho não é sinônimo de ‘babão’. Disseminar essa idéia, é preconceito. Assim como chamar alguém de ‘drogado’ mas isso é pedir demais né?!

           É possível fazer piada sem ser indelicado. Não precisa ser gênio feito Andy Kauffman {{leia mais neste ótimo post}} nem ser chato feito os “Legendários”, mas é preciso certa inteligência. Moliére seria pedir demais?

No mais, isso acaba com a tese de que CQC é jornalismo. Ou não, dada a inteligência de alguns ‘jornalistas’.



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2 comentários

  1. Cesar says:

    As pessoas esquecem que existe algo chamado controle remoto, caso não desejem assistir um narrador ou comentarista que não gosta. Temos escolha e não fazemos uso dela (preferimos meter pau e continuar a assitir...)
    Blog banaca.
    abs.

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