Realmente, a bíblia não aprovaria... Brincadeiras à parte, cidadania inclui direitos iguais que inclui separação mas que também passa por esse tipo de coisa deixar de ser notícia...
Duas mulheres que se casaram em abril deste ano no noroeste da Argentina iniciaram os trâmites do primeiro divórcio entre homossexuais no país, informaram nesta quarta-feira à agência EFE fontes da Federação de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais.
Ángela, 46, e Vanesa, 26, estavam juntas há seis anos, e após a sanção da lei de casamento igualitário, em julho do ano passado, decidiram se casar no dia 20 de abril passado na província de La Rioja. A união provocou grande repercussão na mídia local por ser a primeira do tipo naquela região da Argentina. As mulheres se conheceram em 2005, quando se relacionavam com homens.
Fontes citadas pela imprensa local revelaram que a ruptura do casamento aconteceu como consequência da infidelidade de uma delas.
Em julho de 2010, a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo ao aprovar uma reforma do Código Civil, o que provocou forte rejeição de grupos religiosos e ásperos debates políticos.
{{não acredite em mim - EFE, traduzido pelo UOL}}
Para alegria geral da nação o preço sugerido é R$2,50. Ontem comprei 1 por R$7,50. #PrecoJusto já! {{sim, fui irônico}}...
O chocolate Kit Kat, o mais vendido pela Nestlé no mundo, volta ao Brasil a partir do mês que vem. Inicialmente, o produto será vendido no país apenas nas lojas do Walmart e do Sam's Club, com exceção da Região Sul, onde o chocolate chegará a outros pontos de venda.
O chocolate --feito de bolacha waffle e chocolate-- será importado da Europa, de acordo com a Nestlé, "permitindo que os consumidores tenham acesso ao mesmo Kit Kat encontrado hoje nos free shops dos aeroportos internacionais". O preço médio sugerido pela marca é de R$ 2,50.
A Nestlé tentou trazer o chocolate para o país em 1994, mas as vendas não correram como o esperado e a marca voltou atrás. Hoje, ainda é possível encontrar o produto em algumas lojas, mas com preço por volta de R$ 7,00, já que ele é importado por outras empresas.
{{não acredite em mim - folha de São Paulo}}
Segue o vídeo da moçoila... Seja o que Jerus Amado quiser...
Pelo menos é a conclusão que eu cheguei dessa coluna dela... Leia você mesmo... o saquinho para vômito encontra-se na poltrona adiante, obrigado.
ELIANE CANTANHÊDE
"Conversar, conversar, conversar"
BRASÍLIA - Apesar de registrar que a aprovação do governo Dilma até oscilou dois pontos para mais, a pesquisa Datafolha de domingo trouxe duas más notícias para a presidente: houve queda na aprovação do governo entre os que têm curso superior, e a avaliação pessoal dela piorou em três dos quatro adjetivos pesquisados.
Pesquisas são indicadores que servem para avaliações, ajustes e até correções de rumo. Tomando-se as conclusões do Datafolha, tem-se que a situação é ainda muito confortável, mas com um leve sinal amarelo, de alerta. Primeiro, porque a percepção sobre governos começa pelos que têm ensino superior e decanta para as demais faixas. Segundo, porque o encanto com Dilma já não é mais o mesmo.
Os que consideram Dilma "decidida" caíram de 79% para 62%; "muito inteligente", de 85% para 76%; "sincera", de 65% para 62%. A avaliação só melhorou num item. Os que a veem como "democrática" passaram de 44% para 52%.
Aparentemente, há uma reação racional e outra emocional. Apesar de 64% dizerem que é bacana Lula participar das decisões da sucessora, a imagem da mulher poderosa desliza de "decidida" para "democrática" -o que tem sutis implicações simbólicas. A relação com Lula é a tal faca de dois gumes que a gente tem discutido aqui.
Com as posses de Gleisi Hoffmann na Casa Civil e de Ideli Salvatti na articulação política, Dilma dá mais um grito de independência, depois de imprimir um estilo mais composto à Presidência, garantir uma posição mais firme do Brasil em direitos humanos, não se imiscuir na eleição do Peru e enviar uma carta de estadista ao adversário Fernando Henrique.
O problema é a relação com o Congresso. Ideli promete "conversar, conversar, conversar", mas talvez isso não baste para garantir a fidelidade do PMDB e do PT ao triunvirato feminino. Eles são necessários, mas não confiáveis.
{{não acredite em mim - folha para assinantes}}
A pesquisa está aqui:
{{não acredite em mim - Datafolha}}
Incrível como quando a acusação parte de certos setores da sociedade a parte da notícia referente ao "Outro Lado" acaba sendo bem maior que em outros...
Ator e diretor Wolf Maya é condenado por injúria racial
ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULOO diretor e ator Walfredo Campos Maya Júnior, conhecido como Wolf Maya, da TV Globo, foi condenado a dois anos e dois meses de prisão pelo crime de injúria com conotação racial contra um técnico de iluminação que trabalhou em uma de suas peças.A condenação, em primeira instância, foi definida pelo juiz Abelardo de Azevedo Silveira, da 2ª Vara Criminal de Campinas (93 km de SP). A defesa já recorreu. Maya sempre negou a acusação.
divulgação Ator e diretor Wolf Maya é condenado por injúria racial O juiz substituiu a pena de prisão pelo pagamento de indenização no valor de 20 salários mínimos (R$ 10,9 mil ao todo) mais um período de trabalho comunitário a ser definido pela Vara de Execuções Penais.De acordo com a sentença, Maya foi condenado por ter ofendido Denivaldo Pereira da Silva ao chamá-lo de "preto fedorento que saiu do esgoto com mal de Parkinson".O caso de injúria com conotação racial ocorreu em 12 de agosto de 2000, num teatro de Campinas que encenava a peça "Relax... It's Sex", escrita e dirigida por Maya.À época, Silva trabalhava numa prestadora de serviços de iluminação para a peça. Segundo o técnico, o diretor ficou furioso porque houve um erro ao iluminar um ator durante a peça."Foi uma longa batalha para que o ato racista de uma pessoa importante como o senhor Wolf Maya não ficasse impune. São quase 11 anos, mas nunca desistimos de demonstrar que ninguém tem o direito de discriminar o outro", disse o advogado Sinvaldo José Firmo, do Instituto do Negro Padre Batista, que auxiliou o técnico.Após o técnico ter denunciado o caso, Maya moveu uma ação na área cível por danos morais e pediu indenização de R$ 100. O diretor alegou que a acusação prejudicou sua imagem.Em maio de 2010, o juiz Gilberto Luiz C. Franceschini, da 6ª Vara Cível de Campinas, julgou improcedente o pedido de Maya e o condenou a pagar as custas processuais, no valor de R$ 2.000. Maya também já recorreu dessa decisão da Justiça.OUTRO LADOO advogado João Carlos de Lima Junior, defensor do ator e diretor Wolf Maya, afirmou que seu cliente "jamais cometeu qualquer ato racista contra quem quer que seja"."Ao longo de mais de 30 anos de carreira, o Wolf jamais foi acusado de nada, por ninguém. Ele não seria capaz de dizer essa frase que o técnico de iluminação disse ter partido dele", afirmou.Segundo Lima Junior, Maya fez uma reunião para reclamar de algo que havia dado errado durante a peça, em agosto de 2000, mas Denivaldo da Silva nem participou."Vamos recorrer dessa decisão em primeira instância justamente com a alegação de inexistência desse fato. Não houve. O Wolf jamais agrediu alguém com conotação racista. Esse fato é inverídico", afirmou o advogado.Para Lima Junior, o técnico alegou ter sido alvo de ofensas racistas por parte de Maya porque o diretor fez críticas ao trabalho dele."Nós temos várias testemunhas que dizem que isso [a injúria] não é verdade. Temos certeza de que o nosso recurso será aceito", afirmou Lima Junior.
{{não acredite em mim - folha}}
Será que vai?!
Banco deve destravar o Itaquerão
CORINTHIANS
Com novo parceiro, BNDES aceita liberar R$ 400 milhões
BERNARDO ITRI
EDUARDO OHATA
DO PAINEL FC
Uma operação envolvendo o Banco Votorantim destravou a equação financeira para o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) liberar o financiamento de R$ 400 milhões para o Corinthians erguer o estádio Itaquerão.
De acordo com o secretário especial da Copa em São Paulo, Gilmar Tadeu Ribeiro (PC do B), o banco federal foi consultado sobre a participação do Votorantim na operação referente à arena e já sinalizou positivamente.
"Eu sei que perguntaram ao BNDES se aceitariam a participação do Banco Votorantim, e a resposta foi que essa era uma instituição que seria aceita, liberando o empréstimo", afirmou Tadeu.
O secretário da Copa disse que apenas foi passada ao BNDES a possibilidade de o Votorantim participar da operação, embora outros bancos também tenham sido consultados pelo Corinthians e pela Odebrecht.
A Folha apurou com fontes ligadas ao BNDES que é justamente a participação de um banco repassador, não importa qual, que torna possível a liberação do financiamento para o estádio.
O banco federal não aceitava opções futuras, como dinheiro de naming rights, cadeiras cativas ou camarotes.
Trata-se de uma operação indireta na qual o banco oferece garantias ao BNDES mediante compensação acertada com a construtora da obra e com o Corinthians.
Um exemplo dessa espécie de engenharia é a usina hidrelétrica de Jirau, que terá parte de seu valor -R$ 7,2 bilhões- financiada pelo BNDES. A equação foi viabilizada com operação similar à mostrada pelo Corinthians.
Porém a reportagem apurou que, para o Votorantim se comprometer a pagar o BNDES, terá de receber do Corinthians e da empreiteira garantias no valor de R$ 400 milhões. E mais: embutirá juros na operação que produzam lucro, fazendo com que a taxa seja maior do que a oferecida pelo BNDES.
No governo, a participação do Votorantim é questionada pelo fato de o Banco do Brasil, instituição estatal, ter 49% de suas ações. O Corinthians nega que o Votorantim será o agente que viabilizará a liberação da verba.
"Apesar de toda a torcida contra, inclusive de dirigentes de órgãos internos do Corinthians, o estádio vai sair", declarou Andres Sanchez, presidente corintiano.
A Odebrecht diz que "as negociações estão bastante avançadas". O Votorantim admite que houve um contato informal, porém nega que o acordo esteja fechado.
{{não acredite em mim - folha para assinantes}}
Assista a entrevista de Palocci na íntegra aqui no ImprenÇa. Minha opinião sobre o fato você lê aqui
Olá cambada!
Estou aqui para agradecer a cada um de vocês pela ajuda que me deram, pelos RTs, pelas indicações, por tudo mesmo! Vocês são "DUCA!"
Estou aqui para agradecer a cada um de vocês pela ajuda que me deram, pelos RTs, pelas indicações, por tudo mesmo! Vocês são "DUCA!"
Foram 1375 visualizações de página e pouco mais de 300 reais arrecadados através do site! Além disso teve uma boa alma que depositou diretamente em minha conta o valor de 100 mangos, o que me rendeu exatos R$ 457,46 de um objetivo de R$ 500!
É claro que todos foram responsáveis pelo sucesso, seja dando RT, indicando ou mesmo apoiando a minha humilde causa, mas quero deixar um agradecimento especial às pessoas que depositaram, são elas:
- Anelise ( @aneliseani )
- Cilmara Bedaque (@na_faixa)
- Fernando Frajola (@FFrajola)
- Geraldo Azevedo (@geraldoazevedof )
- Jorge Rodrigues ( @jaer51)
- Luiz Felipe Araújo (@lufeba)
- Marcos Lemos (@hordones)
- Maneco Magnésio (@Magnesio)
- Silvana Marques (@SilMarq)
Cada um destes seres contribuiu com alguma quantia e moram todos em meu sincero coraçãozinho!
Fico extremamente honrado com a contribuição de cada um de vocês, seja em RT ou em dinheiro {{preferimos dinheiro, ;), nhéé, tô brincando ^^ }} ou em moradia {{sim, ganhei até moradia em Brasília para os dias do encontro!}}
E como não gostaria que os senhores e senhoras acreditassem em mim, a foto da confirmação do vôo segue abaixo:
Sério galera, vocês são muito foda! Obrigado!
Investigações da Polícia Civil sobre ataques a caixas eletrônicos mostram que 80% dos casos contam com o envolvimento de policiais militares. Só o Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) tem indícios da suposta participação de 20 PMs nos roubos. A maioria deles recebe propina para dar cobertura aos bandidos, informando sobre a movimentação da polícia no bairro.
Policiais corruptos também se comprometem a retardar o atendimento da ocorrência, a fim de permitir a fuga dos criminosos. Às vezes vão até o lugar do furto e, quando aparecem outros policiais que não estão esquema, dizem que está tudo certo. Tudo ficou registrado pelos grampos feitos durante as investigações dos ataques.
Para enfrentar essa onda de crimes - foram 77 casos até maio -, a Polícia Civil montou com os bancos um esquema para ser informada online logo que os alarmes dos bancos disparam. Em seguida, os investigadores vão às agências atacadas. A ideia é driblar a proteção dada por alguns PMs aos bandidos. Os Grupos de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e de Operações Especiais (GOE) estão sendo usados na tarefa.
Foi essa ação que permitiu no sábado a prisão de dois PMs que estavam escondidos em uma agência do Banco do Brasil na zona sul de São Paulo. O Deic prendeu na terça-feira quatro PMs acusados de pertencer a uma das quatro grandes quadrilhas que estariam agindo no Estado.
Em um dos casos, grampos mostram bandidos reclamando com os PMs corruptos porque uma viatura se aproximou da agência - ela ficava a 200 metros de uma delegacia. Os policiais tranquilizam o bandido dizendo que os colegas haviam entrado na rua por engano.
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) lamentou a participação de PMs nos crimes. "A polícia já prendeu 27 criminosos. Lamentavelmente são policiais militares que já estão presos, vão responder a processos civil e criminal." Alckmin também ressaltou que o efetivo da polícia é grande (140 mil agentes) e "você tem sempre um caso ou outro". "O que não pode haver é impunidade", resumiu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
{{não acredite em mim - UOL}}
Os escritores de lá não gorjeiam como os de cá... azar nosso...
El escritor Mario Vargas Llosa ha solicitado hoy a EL PAÍS que deje de enviar su columna dominical Piedra de toque al diario peruano El Comercio, al que acusa de "manipular la información" y haberse convertido en una "máquina propagandística de la candidatura de Keiko Fujimori".
El premio Nobel de literatura apoya al candidato presidencial Ollanta Humala, a quien considera un mal menor ante la posibilidad de que gobierne el país Keiko Fujimori, hija del expresidente Alberto Fujimori, actualmente en prisión por delitos contra los derechos humanos y corrupción.
Tras solicitar el cese de sus colaboraciones con El Comercio, el novelista ha remitido una carta al director del diario, Francisco Miró Quesada, y a varios medios de Perú, en la que explica por qué había solicitado a EL PAÍS, titular de los derechos sobre sus artículos dominicales, que cancelasen sus colaboraciones con El Comercio.
"Desde que un puñado de accionistas, encabezados por la señora Martha Meier Miró Quesada, tomó el control de ese diario y del grupo de canales de televisión y periódicos de que es propietario, el periódico se ha convertido en una máquina propagandística de la candidatura de Keiko Fujimori que, en su afán de impedir por todos los medios la victoria de Ollanta Humala, viola a diario las más elementales nociones de la objetividad y de la ética periodísticas: silencia y manipula la información, deforma los hechos, abre sus páginas a las mentiras y calumnias que puedan dañar al adversario a la vez que en todo el grupo de medios se despide o intimida a los periodistas independientes, y se recurre a las insidias y golpes bajos de los peores pasquines que viven del amarillismo y del escándalo. No puedo permitir que mi columna Piedra de toque siga apareciendo en esa caricatura de lo que debe ser un órgano de expresión genuinamente libre, pluralista y democrático", advierte Vargas Llosa en su misiva dirigida al director de la publicación y de la que se han hecho eco varios medios de Lima, y a la que ha tenido acceso EL PAÍS.
Vargas Llosa añade finalmente que se aparta del diario El Comercio "por segunda vez y de manera definitiva".
Fuentes del grupo mediático El Comercio indicaron a El PAÍS que su diario ha publicado hasta ahora todas las columnas de Vargas Llosa, incluso en las que abogaba expresamente por el voto por Humala.
Las últimas encuestas electorales, publicadas el domingo, reflejaban una pugna muy reñida entre ambos candidatos y daban una ligera ventaja de entre uno y tres puntos a Fujimori. Otra encuesta, de la empresa Imasen, publicada por el diario La República, le otorgaba ventaja a Humala, por lo que la incertidumbre se mantendrá hasta el domingo, fecha de la segunda vuelta, ante el alto porcentaje de indecisos.
{{não acredite em mim - El País}}
Leia a carta:
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Polvilhos e Polvilhas,
Como a esta altura já devem saber eu sou um dos pouquíssimos defensores da política pela política. Sou daqueles sujeitos que consideram que senadores e deputados trabalham de verdade {{eu ia dizer que os vereadores também, mas moro na cidade de São Paulo...}}.
É bem verdade que há um sem-número de inutilidades como em quaisquer profissões. Mas quando há algo relevante é preciso destacar. É preciso dizer também que ando muito decepcionado com meus amigos comunistas do PCdoB, que além de aderirem à prefeitura de Gilberto Aquassab, recentemente elaboraram um belíssimo {{sim, agora fui irônico}} projeto de lei para terminar de exterminar os militantes verdes {{se os ecochatos forem juntos nem terá sido assim, tão ruim. Ok, fui irônico de novo...}}.
Mas eis que algo novo surge. Algo muito bom surge e é preciso ser ressaltado.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:Artigo 1º A Companhia do Metropolitano de São Paulo – METRÔ, deverá adaptar todas as suas estações para funcionar ininterruptamente nos finais de semana.Parágrafo único - Os trens passarão a cada 30 minutos nas estações, considerando-se o horário compreendido entre 01:00 (uma) e 05:00 (cinco) horas.Artigo 2º A entidade descrita no artigo anterior, em cada estação e no interior de seus vagões, fornecerá a seus usuários, informativos sobre o horário de funcionamento específico dos finais de semana.Artigo 3º As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à conta das dotações próprias consignadas no orçamento vigente.Artigo 4º Esta lei entra em vigor 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias contados da data de sua publicação.
{{não acredite em mim - Alesp}}
Como sabemos o estado de São Paulo não é dos mais democráticos {{vide Marcha da Pancadaria, 15 dias atrás}} e por isso mesmo é que eu, morador deste estado, peço a ajuda de vocês, fiéis leitores {{mas podem ajudar os palmeirenses, são paulinos, santistas e lusitanos, também}} com um abaixo-assinado para pressionar a Assembleia para a aprovação do projeto.
O link é este aqui -> http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=Leci
Assinar é rápido, repassar também.
Assista e veja um pouco do que foi a Marcha pela Liberdade {{de expressão}} em São Paulo {{créditos ao final do vídeo, coloquei no youtube, mas ele deve ser retirado por conta das músicas}}:
Entre 4 e 6 mil pessoas desobedeceram a justiça e marcharam em favor da liberdade. Uma delícia. Com todos os trocadilhos inclusos.
Jornalista também pode?!
PolêmicaEditor de jornal assume que é gay e provoca polêmicaO Brasil é um dos poucos países no qual jornalistas parecem acreditar em jornalismo imparcial, inteiramente objetivo. A crítica e escritora Janet Malcolm (autora do livro “O Jornalista e o Assassino”, Editora Companhia das Letras, 176 páginas) está certa quando diz que nossa profissão é indefensável. Por isso, não devemos nos assustar quando um jornalista sai do “armário” em plena reportagem, digamos, reportagem-participante. Na verdade, ao fazer isto, o repórter está apenas dizendo, com clareza, que há um ser humano, com desejos e problemas, ao narrar o drama dos outros. Foi o que fez o subeditor do “Jornal de Brasília” Fabrício Fernandes.Ao escrever uma reportagem sobre a marcha contra a homofobia (realizada em Brasília, na quarta-feira, 18), sobre as polêmicas recentes, Fabrício Fernandes, deixou de lado o armário da objetividade e escreveu, sem tergiversar: “Sou gay, capixaba, brasileiro, subeditor do ‘Jornal de Brasília’ e inquieto”. O jornalista conta que pediu autorização de sua editora: “Me voluntariei a cobrir a marcha e queria cobrir de uma forma diferente. A editora-chefe autorizou e eu achei mais honesto falar de uma forma pessoal, da minha experiência”. A pergunta é: a reportagem, publicada na quinta-feira, 19, ficou pior ou melhor? Muito melhor, porque o repórter soube humanizá-la. Ao compartilhar sua vida, tornou-a mais atraente e, sobretudo, alcançou repercussão nacional — com destaque nas redes sociais e no site do Comunique-se (www.comunique-se-com.br). O único senão? Precisava dizer que é “inquieto”? Nada acrescenta. Quem, afinal, não é inquieto neste mundo que avança numa velocidade extraordinária? Oscar Wilde era um sujeito quieto e provocou um conflito dos diabos ao manter um relacionamento homoerótico com o nobre Alfred Douglas. A história está contada, do ponto de vista de Wilde, no belíssimo “De Profundis”.
{{não acredite em mim - Jornal Opção}}
Direto do Estúdio Teatro...
Amigos e amigas,Movimentos sociais e organizações,Gostaríamos de fazer um convite.Sábado passado, na repressão da Marcha pela Liberdade de Expressão, vimos uma cena já comum entre as manifestações em São Paulo e em outros locais do Brasil. Sabemos que a violência policial se estende ao cotidiano, sobretudo, daqueles que vivem nas periferias brasileiras, sabemos também que a criminalização dos movimentos sociais e toda violência institucional diante da divergência de idéias é apenas um retrato, um recorte, dessa realidade vivida pelo povo pobre e marginalizados e que o terror e a violência entram na vida das pessoas como dinâmicas de controle social. Por estes motivos convidamos a todas e todos pra marchar pela liberdade de expressão e contra a violência e impunidade policial neste sábado, dia 28/05, às 14h no MASP (av. Paulista).Vimos também um estopim de um processo de resistência que tem que ser inaugurado no Brasil. Uma resistência que já existe, localizada, em cada grupo que sofre com a violência, com a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza. Chegou a hora de resistirmos juntos. Marchar pelo mundo novo que queremos, sem abusos, sem execuções, com liberdade, alegria e justiça, igualdade e com unidade.Temos que canalizar nossas forças. Marchar pacificamente é se opor a esse sistema opressor e violento.Porque marchamos pela liberdade?
1) Porque lutamos pela liberdade de expressão, de organização, de manifestação. Pelas liberdades individuais e pelos direitos humanos, de forma tranversal. Porque quando se fala em liberdade não se pode falar em migalhas.2) Porque somos contra a violência policial em manifestações. Contra execuções sumárias e torturas3) Porque queremos a regulamentação do uso de armas não letais pelas forças policiais. E a punição dos culpados em episódios de flagrante violência.4) Porque juntos todos temos uma voz. Pedimos para as organizações que se sentiram contempladas pelos pontos acima que entrem com seu manifesto, com suas bandeiras, com suas causas específicas. Que a manifestação amplifique o volume dos coro dos descontentes. Que cada um bote seu bloco na rua. Que celebremos nossa capacidade de união e de mostrar ao poder o que entendemos por democracia. Nosso teto é o céu e nosso chão é rua. Nele e nela, cabemos todas e todos.5) Porque existem hoje cerce de 700 movimentos populares em levantes pelo mundo. Com a mesma demanda: liberdade.6) Porque aqui entra a sua pauta específica. Nossa quinta pauta são todas as pautas. Mande seu manifesto dizendo por que razão você marcha pela liberdade. Some-se com gente, bandeiras, apoio.Mande seu manifesto dizendo por que razão você marcha pela liberdade.
Nosso primeiro ato será sábado, 28/4. 14h, embaixo do MASP, rumo à República.Em casa somos um,Na rua somos todos!
{{não acredite em mim - Estúdio Teatro}}
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'Kit gay' era optativo e só para escolas que lidavam com bullyingO "kit de combate à homofobia nas escolas", que teve sua produção e distribuição suspensas pela presidente Dilma Rousseff na manhã desta quarta-feira, nunca foi destinado a crianças, não incluía a distribuição de cartilhas e não seria de uso obrigatório das escolas. Ele tinha como destino apenas as escolas de Ensino Médio que optassem por receber o material caso estivessem sofrendo situações de bullying entre seus alunos e alunas
Além disso, os vídeos publicados na Internet como parte do kit nunca haviam sido aprovados pelo grupo que estudava a produção do material. Os filmes em questão --produzidos pela ONG Pathfinder-- se tratavam de alguns dos exemplos sob análise.
A ideia seria distribuir três vídeos de cinco minutos acompanhados de uma publicação de orientação para professores. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério da Educação.
Segundo o órgão, o projeto que produziria o kit estava sob o guarda-chuva da Secad (Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade) do MEC. Ele foi criado em meados de 2010 e sua produção só teria início no segundo semestre deste ano, após a fase de análises.
O destino seriam 6.000 das 20.000 escolas públicas de Ensino Médio no Brasil. O MEC ressaltou que, ao contrário do que afirmou o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), não existem, dentro do ministério, projetos de abordagem da homofobia voltados a crianças de 6 a 10 anos.
A assessoria de imprensa do MEC afirmou ainda que nenhum material impresso seria distribuído aos alunos. O material seria usado de acordo com a análise de cada escola, feita especificamente para seu próprio projeto pedagógico.
Em 2010, a pesquisa Homofobia nas Escolas apontou que homossexuais enfrentavam ambientes hostis nas escolas brasileiras. No ano anterior, um levantamento feito pela Universidade de São Paulo revelou que 87% da comunidade escolar tem preconceito contra homossexuais.
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Da Reuters
A presidente Dilma Rousseff ficou irritada com a aprovação do Código Florestal na Câmara dos Deputados após um racha da base governista e garantiu a um governista que participou das negociações que vetará os trechos do texto que considera equivocados, caso a base não consiga promover mudanças no Senado.
De acordo com o governista, que pediu para não ter o nome revelado, Dilma afirmou antes da votação que esperava a derrota do governo, mas se disse confiante de que a base governista conseguirá fazer as mudanças na votação no Senado.
Segundo o governista, o Planalto vê com bons olhos o nome do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) como relator da matéria no Senado.
Na votação de terça-feira, o governo concordou com o texto do relator Aldo Rebelo (PC do B-SP) com algumas ressalvas, mas foi contrário a uma emenda proposta pelo PMDB, partido do vice-presidente Michel Temer, que, entre outros pontos, tira do governo federal a exclusividade de regulamentar o uso de APPs (áreas de preservação permanente).
Na avaliação do governo, a emenda peemedebista anistia desmatadores e, durante a sessão em que ela foi aprovada, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), chegou a falar em nome de Dilma e afirmou que a presidente considerava a emenda "uma vergonha para o Brasil".
VotaçãoApós semanas de embate, negociações e troca de acusações, a Câmara aprovou ontem o texto da reforma do Código Florestal com alterações que significaram uma derrota para o governo.
Uma emenda aprovada por 273 votos a 182 rachou a base do governo levando os principais partidos governistas, PT e PMDB, para lados opostos. O texto da emenda consolida a manutenção de atividades agrícolas nas APPs, autoriza os Estados a participarem da regularização ambiental e deixa claro a anistia para os desmates ocorridos até junho de 2008.
Mais cedo, a Câmara aprovou com 410 votos a favor e 63 contra o texto base do Código Florestal redigido por Aldo Rebelo. Entre outros pontos, o Código define a isenção da reserva legal para as propriedade de quatro módulos (20 a 400 hectares, dependendo do Estado), ponto que o governo é contra. A emenda e o texto de Aldo foram considerados um retrocesso pelos ambientalistas que se revezaram na tribuna para fazer críticas à proposta.
O Código Florestal determina como deve ser a preservação de rios, florestas e encostas, combinada com a produção de alimentos e a criação de gado. Desde 1965, quando foi criado, o Código Florestal passou por várias modificações. Há 12 anos o Congresso tenta discutir um novo texto.
Em outubro de 2009, Aldo assumiu a relatoria. Apresentou um documento que foi alvo de críticas de ambientalistas e ruralistas. Ao longo do trabalho, o deputado foi acusado de defender os interesses do agronegócio e promover a anistia de desmatadores.
Questionado sobre seu texto final, Aldo disse que era "o possível", negando o alinhamento com os ruralistas e pedindo que a proposta seguisse para o Senado.
"Como relator, não aguento mais amarrar e desamarrar esse fecho de lenha e carregá-lo por mais tempo. É o momento de votarmos e deixarmos que o Senado realize seu trabalho", disse.
Na campanha eleitoral, Dilma se comprometeu a não autorizar projetos que estabelecessem a redução de reserva legal e das APPs.
Mesmo prevendo que perderia a votação, o governo liberou a análise da proposta para destravar a pauta da Câmara que tem 11 medidas provisórias, sendo que a maioria perde a validade na próxima semana. O PMDB, principal aliado, já tinha se comprometido a não votar mais nada se o código não fosse analisado.
Nos últimos dias, o governo chegou a fazer concessões. O ministro Antonio Palocci (Casa Civil) fez uma série de reuniões para tentar ajustar o relatório de Aldo, mas não encontrou previsão regimental para a última aposta que tratava das APPs.
Como a discussão da matéria foi interrompida há duas semanas, nenhuma nova emenda poderia ser apresentada. O Planalto chegou a ampliar a proposta feita na véspera para tentar conseguir o apoio da base aliada.
Uma última cartada seria flexibilizar as APPs de matas ciliares (de rio) não só para propriedades de quatro módulos, que ficaram em 20%, mas também estabelecer um escalonamento para as APPs em terras de até 10 módulos. "O governo chegou com uma proposta muito boa, mas tarde demais", disse o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN).
O governo também resistia a isenção da reserva legal para os quatro módulos. Queria que o texto de Aldro trouxesse apenas previsão para agricultura familiar, mas o relator insistiu em incluir pequenos proprietários. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, a medida deixará 15 milhões de hectares, o equivalente ao território do Acre, sem reflorestamento.
{{não acredite em mim - MST}}
Artista plástico faz escultura de Bolsonaro gay e ganha exposição em Nova YorkO artista plástico brasileiro Fernando Carpaneda vai apresentar em Nova Yorkno dia 25 de junho a famosa e polêmica escultura “Bolsonaro`s Sexy Party”, que mostra o deputado federal do PP do Rio de Janeiro acusado de racismo,machismo e homofobia em meio a umaorgia gay com rapazes bem dotados.
A escultura faz parte da exposição “Fernando Carpaneda: Queer. Punk”, naThe Leslie Lohman Foundation, no Soho, coração de Nova York.
As obras do brasileiro vão ocupar duas salas e conta com a organização das entidadesLeslie Lohman Foundation e The Kymara Gallery.
Para conhecer mais do trabalho dele é só acessar o www.fernandocarpaneda.com
{{não acredite em mim - Cena G}}
O que não faz um bom puxa-sacos, ein?!
Corinthians e Grêmio pressionam e CBF antecipa janela de inscriçõesMARTÍN FERNANDEZDE SÃO PAULO
Os clubes que contrataram ou que irão se reforçar com jogadores que estão atuando no exterior poderão reforçar suas quipes antes do esperado para o Campeonato Brasileiro.
Depois de pressão principalmente de Corinthians e Grêmio, a janela de transferência foi antecipada para 15 de junho até 15 de julho. Antes estava prevista para abrir para todo mês de agosto.O clube paulista queria a antecipação para contar o quanto antes com o meia Alex, que estava no Spartak, da Rússia, e já foi apresentado. Já a equipe gaúcha pediu a antecipação das inscrições para poder contar com o meio-campista pentacampeão mundial Gilberto Silva, que estava na Grécia.
Rubens Cavallari-17.mai.2011/Folhapress O meia Alex se apresenta no Corinthians
A medida da CBF é a mesma utilizada em 2010, mas no ano passado o Internacional foi quem mais pressionou para poder inscrever jogadores que foram contratados junto a times do exterior.
Naquela ocasião, o time gaúcho inscreveu o goleiro Renan, o volante Tinga e o atacante Rafael Sobis para o Brasil e, principalmente, para as partidas da semifinal da Libertadores, contra o São Paulo.
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Antes tarde do que mais tarde, certo? Editorial falando o óbvio, óbvio que precisa ser dito...
Direitos espancadosAs cenas de agressão policial a manifestantes da Marcha da Maconha e a jornalistas que cobriam o evento, na avenida Paulista, são resultado da visão embotada de alguns juízes, incapazes de distinguir entre a liberdade de expressão e a apologia ao crime.
A decisão de um desembargador de proibir a marcha não é a primeira. Desde 2008, a Justiça vem barrando manifestações semelhantes. O teor das decisões ao longo dos últimos anos é quase idêntico -alegam não se tratar de um debate de ideias, mas sim de uma iniciativa para o consumo público coletivo da maconha.
O argumento é falacioso. Os juízes não têm como saber, de antemão, se os participantes estarão lá para consumir substâncias ilícitas. Se isso vier a ocorrer, devem ser tratados de acordo com a lei vigente no país, mas a mera possibilidade não pode servir de base para a proibição de manifestação legítima a favor de uma ideia, por controversa que seja (legalização de droga considerada "leve").
Tais determinações judiciais parecem ignorar, também, que existe um debate muito mais amplo na sociedade, não restrito apenas a usuários e especialistas, em torno do que fazer em relação à complexa questão das drogas.
Relatório de 2009, de um grupo liderado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e por colegas da Colômbia e do México, defendia que a guerra às drogas fracassou e cobrava um debate público sobre alternativas, inclusive a descriminalização. No final do ano passado, foi o governador do Rio, Sérgio Cabral, quem se posicionou pela discussão acerca da legalização das drogas leves.
Proibições a manifestações pacíficas e sem objetivo declarado de ferir a lei não vão frear o debate. Servem apenas, como foi o caso em São Paulo, para favorecer a exibição de despreparo das forças de segurança, que agiram com inaceitável truculência, sob o pretexto de cumprir ordem judicial.
Duas ações no Supremo Tribunal Federal, em andamento desde 2009, contestam pontos da atual legislação empregados nas decisões dos juízes para proibir as manifestações por suposta apologia ao consumo de drogas.
O STF deve manifestar-se o quanto antes e cumprir sua função de garantidor da Constituição, que ampara de modo inequívoco o direito à liberdade de expressão.
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